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Janeiro registra dois casos positivos de dengue em Rio Preto


A Secretaria de Saúde de Rio Preto divulgou nesta quarta-feira, 31, os dados das arboviroses de janeiro. O primeiro mês de 2018 registrou apenas dois casos positivos de dengue no município, o menor índice já contabilizado. Outros 35 casos notificados já foram descartados e 106 estão em investigação.


Já os casos confirmados de Zika foram superiores aos da dengue: foram nove positivos, enquanto dois foram descartados. Não há casos da doença sendo investigados. O município não registrou, em janeiro, casos positivos de Chikungunya, outra doença viral transmitida através da picada do mosquito Aedes aegypti. Outras quatro notificações foram descartadas e uma está em investigação.


"Apesar de o ano começar com índices baixos de dengue, a Secretaria de Saúde de Rio Preto continua realizando os trabalhos de prevenção e combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti, por meio do trabalho contínuo dos agentes comunitários de saúde, que percorrem os imóveis de toda a cidade para orientar a população quanto aos cuidados diários que devem ser realizados em casa para evitar a proliferação do vetor", explicou o gerente da vigilância ambiental, Abner Alves.


No caso das epizootias, o município não registrou, em janeiro, a morte de macacos por febre amarela. O último caso da doença nesses animais foi em janeiro do ano passado, quando um macaco teve a morte detectada por febre amarela. "É importante ressaltar que o macaco é também uma vítima da doença, sendo que o agente transmissor é o mosquito. A ocorrência da doença nos macacos sinaliza que o vírus da febre amarela está circulando em determinado local, o que indica que ações devem ser realizadas para evitar a doença em humanos", disse a gerente da vigilância epidemiológica, Andreia Negri.


O risco de um surto de febre amarela em Rio Preto para o ano de 2018 também está descartado, já que a cobertura vacinal da população é de aproximadamente 93%. "Como Rio Preto está na área de recomendação da vacina desde a década de 1990, grande parte da população já é vacinada, e, portanto, não corre risco de contrair a doença, caso entre em contato com o mosquito infectado", explicou a gerente de imunização, Michela Barcelos. Ainda assim, em janeiro, o município registrou um aumento pela procura da vacina, sendo que 4.750 pessoas foram imunizadas.


A Secretaria divulgou também os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no mês de janeiro. Quatro casos foram notificados, sendo que três já foram descartados para Influenza A H1N1 pdm 09, e um continua em investigação. "Considerando que a Síndrome Respiratória Aguda Grave pode ser causada por um vírus da gripe, é importante que os grupos prioritários elencados pelo Ministério da Saúde procurem as unidades no período da campanha de vacinação contra Influenza, que, provavelmente será em abril", completou Andreia Negri.
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